quarta-feira, 12 de agosto de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
A idade não perdoa #1
Além de outros pontos que têm acusado algum do desgaste dos doze anos de PX200 e dos cerca de cento e trinta e cinco mil quilómetros, o conta desses mesmos é o que se tem queixado mais.
E tem sido isto desde dois mil e treze: abre, desmonta, solda, rectifica, lubrifica, fecha, monta...

Da última vez ficou a marcar menos uns 20 km/h do que devia. De outras batia no fundo. Mas em todas elas sempre continuou a registar as distâncias correctamente (ou pelo menos com a mesma margem de erro que sempre teve).
Desta última foi a vez que resistiu mais no tempo. Já foi à Croácia e veio e ainda continua a marcar ao final dos seis mil quilómetros percorridos desde então.
Continuarei a resistir à compra de um novo*, até porque d'orige é d'orige!
Será que temos próximos episódios?
E tem sido isto desde dois mil e treze: abre, desmonta, solda, rectifica, lubrifica, fecha, monta...

Da última vez ficou a marcar menos uns 20 km/h do que devia. De outras batia no fundo. Mas em todas elas sempre continuou a registar as distâncias correctamente (ou pelo menos com a mesma margem de erro que sempre teve).
Desta última foi a vez que resistiu mais no tempo. Já foi à Croácia e veio e ainda continua a marcar ao final dos seis mil quilómetros percorridos desde então.
Continuarei a resistir à compra de um novo*, até porque d'orige é d'orige!
Será que temos próximos episódios?
* no entanto se alguém tiver um e que não precise, que me diga. Agradecido.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
From Lisbon to Croatia - posta 1
E fomos.
E viemos.
E tirámos fotos.
E fizemos vídeos.
E seguiram-nos no Facebook.
E partilharam as nossas fotos e vídeos.
E porque esta foi a mais vista e a mais partilhada.
As histórias, a seguir.
E viemos.
E tirámos fotos.
E fizemos vídeos.
E seguiram-nos no Facebook.
E partilharam as nossas fotos e vídeos.
E porque esta foi a mais vista e a mais partilhada.
As histórias, a seguir.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Vespa Primavera Fest, 2015
E depois das fortes emoções da Prova do Litro, veio o jantar. E depois do jantar veio o (espera-se, o primeiro de muitos) Vespa Primavera Fest.
Ficaram em casa, nem sabem o que perderam!
Ficaram em casa, nem sabem o que perderam!
terça-feira, 26 de maio de 2015
Prova do Litro, 2015
A Prova do Litro já é um evento que pessoalmente gosto bastante. E esta Prova do Litro ainda teve mais sabor. Realizou-se nos antigos estaleiros da Lisnave - Margueira, em Cacilhas o que já de si era suficiente mas, para mim, é um espaço do qual eu ouvi tantas histórias durante os trinta anos que o meu Pai lá trabalhou. Primeiro como soldador, depois como projectista. Histórias de camaradagem, histórias de trabalho, histórias menos boas mas sempre com o brilho nos olhos de quem vestia a camisola e sentia o que fazia e o sítio onde estava. E eu não pude deixar de construir a minha Lisnave que nestes tantos anos apenas consegui ver de fora do portão que me bloqueava o acesso a esse mundo maravilhoso de imaginário de criança.
É certo que a Lisnave desses tempos não é a Lisnave dos nossos dias e que me assaltou um misto de tristeza, por ver que o que resta daquele meu mundo sempre resplandecente e a fervilhar, está hoje abandonado, vazio e triste mas, ao mesmo tempo, alegria porque finalmente estava ali, da parte de dentro do portão, com amigos, numa coisa que adoro a passar bons tempos que me obrigaram a apagar a mágoa. O resultado? Mais que positivo! Mágico quase!
E vêm os agradecimentos ao Vespa Clube de Lisboa. São da praxe sim, mas estes, por tudo o que escrevi antes, são mais sentidos que nunca. Aos meus bons amigos, aos amigos que vou fazendo e a outros que vou conhecendo, muito, muito obrigado!
É certo que a Lisnave desses tempos não é a Lisnave dos nossos dias e que me assaltou um misto de tristeza, por ver que o que resta daquele meu mundo sempre resplandecente e a fervilhar, está hoje abandonado, vazio e triste mas, ao mesmo tempo, alegria porque finalmente estava ali, da parte de dentro do portão, com amigos, numa coisa que adoro a passar bons tempos que me obrigaram a apagar a mágoa. O resultado? Mais que positivo! Mágico quase!
E vêm os agradecimentos ao Vespa Clube de Lisboa. São da praxe sim, mas estes, por tudo o que escrevi antes, são mais sentidos que nunca. Aos meus bons amigos, aos amigos que vou fazendo e a outros que vou conhecendo, muito, muito obrigado!
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Mega evento vespista, dois em um: Prova do litro e Vespa Primavera Fest
Este não podes faltar!
Se és da grande Lisboa, não tens desculpa! Mas se és de outro qualquer ponto de Portugal, também é fraca a desculpa de que é de longe e tal; até Almada é um tirinho de Vespa qualquer que seja a cidade, vila ou aldeia.
E os locais são míticos!
A Lisnave representa todo um legado industrial português e no local ainda se pode sentir toda a magnitude do que foi este estaleiro naval. Nada melhor do que misturar tudo com uma Prova do Litro.
A Incrível Almadense é um marco cultural incontornável, onde foram realizados concertos memoráveis e que serviu de incubadora a muitas bandas portuguesas, a mais conhecida talvez os UHF. Se a isto se juntar os confirmados Funil&Abelhinha e os emergentes Os Magnéticos e DeadPigeon, a história será reescrita.
Vê mais informações em: http://www.vespaclubelisboa.pt/News/article.html?sid=187
terça-feira, 24 de março de 2015
APEs ao serviço de negócios
Por cá não gostamos de Tuk-tuk. Mas pela anarquia que se instalou à volta deste negócio para estrangeiros. E pela quantidade desmesurada que este fenómeno tomou. Basta irem ao centro de Lisboa - graças que ainda temos apenas esta pandemia em Lisboa - e seguirem para Alfama, baixa e bairros histórios. Very tipical, they said!
Mas gostamos de ver os APE empregados em negócios. E por esse motivo aqui estão dois deles, um mais recente, Pão à antiga e já não tão recente mas feito por portugueses em terras de Sua Magestade, Nata28.
Se um é bom o outro é excelente. E bons exemplos para quem quer empreender no negócio do turismo e não imitar apenas as centenas de Tuk-tuk que se movem por Lisboa à caça do turista saloio, parando e atrapalhando a eito, sem consideração por nada nem ninguém: o primeiro a chegar "ganha" o turista e umas selfie com loiras nórdicas que elogiaram o sol, os homens e a hospitalidade portuguesas.
Ide rolar!
Pão à antiga
Mas gostamos de ver os APE empregados em negócios. E por esse motivo aqui estão dois deles, um mais recente, Pão à antiga e já não tão recente mas feito por portugueses em terras de Sua Magestade, Nata28.
Nata 28
Se um é bom o outro é excelente. E bons exemplos para quem quer empreender no negócio do turismo e não imitar apenas as centenas de Tuk-tuk que se movem por Lisboa à caça do turista saloio, parando e atrapalhando a eito, sem consideração por nada nem ninguém: o primeiro a chegar "ganha" o turista e umas selfie com loiras nórdicas que elogiaram o sol, os homens e a hospitalidade portuguesas.
Ide rolar!
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