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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A idade não perdoa - main actor down




Fica para a posteridade a quilometragem alcançada pelo mesmo motor, original, sem qualquer intervenção de maior que justificasse a abertura do mesmo. E não, não são trinta e cinco mil e mais trocos, são cento e trinta e cinco mil novecentos e quinze (135915).

Mudaram-se quatro embraiagens - a última das quais devido à participação no Lisbon to Croatia em que já se ouvia um barulhinho - foram necessárias três rectificações, uma touca de cilindro, uma bobine de altas, um pickup, uma ficha eléctrica que derreteu e mais nada.

E não, nunca não parou! O barulho que saía do motor é que já me afligia bastante e encontrou-se, para já, um desgaste no olhal superior da biela que ficou com um engraçado padrão tipo escada. E já se sabe que os rolamentos não gostam de rodar em locais que não sejam perfeitamente redondos.

Ora, se a biela tem que sair fora, a cambota vem atrás e coiso... motor aberto!

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A idade não perdoa #1

Além de outros pontos que têm acusado algum do desgaste dos doze anos de PX200 e dos cerca de cento e trinta e cinco mil quilómetros, o conta desses mesmos é o que se tem queixado mais.

E tem sido isto desde dois mil e treze: abre, desmonta, solda, rectifica, lubrifica, fecha, monta...

Vespa PX Millenium speedo

Da última vez ficou a marcar menos uns 20 km/h do que devia. De outras batia no fundo. Mas em todas elas sempre continuou a registar as distâncias correctamente (ou pelo menos com a mesma margem de erro que sempre teve).

Desta última foi a vez que resistiu mais no tempo. Já foi à Croácia e veio e ainda continua a marcar ao final dos seis mil quilómetros percorridos desde então.

Continuarei a resistir à compra de um novo*, até porque d'orige é d'orige!

Será que temos próximos episódios?


* no entanto se alguém tiver um e que não precise, que me diga. Agradecido.


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

meme

1st meme

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Como funcionam as ignições electrónicas das Vespas

Desde sempre, ou com menos inverdade, desde os tempos em que as Vespas ainda se trasaccionavam em centenas de contos, nos dias em que fiquei a saber que as Rally 200, tinham um grande ponto fraco que era a inovadora ignição electrónica Femsatronic, selada, revistida a resina XPTO que impedia de vislumbrar o conteúdo da mesma.

Nesses tempos muitos optavam, face à desconfiança da magia oculta mas, publicidade da época, mais regular, fiável e precisa que a ignição electrónica proporcionava às velas, que davam melhor faísca e fazia mover melhor as partes mecânicas, dizia, optavam por alterar as ignições electrónicas para os fiáveis mas desafináveis platinados. Já conhecidos de há muito. E sempre se conseguia o jeitinho, mesmo com um platinado quase destruido de fazer a Vespa funcionar. Mal mas funcionava e sempre se conseguia deixar a Vespa noutro sítio que não a beira da estrada nacional.

O Femsatronic não; estava bom andava, estava estragado encosta (e nesses tempos pagava-se e bem a assiatência em viagem ou então conheciam alguém com uma carrinha que vos fazia o favor de ir buscar a Vespa).

Já em tempos mais recentes descobriu-se que afinal o velho e problemático Femsatronic poderia ser revesado por uma ignição de PK ou PX, mais recente, sem grandes alterações, trocando uns fios, ligando-as nas cores erradas e umas coisas... mas funcionava.

Mas... que diabo porque é que Femsatronic... bom, deixemos de bater no Femsa, as ignições electrónicas simplesmente "deixavam de funcionar"? Ainda por cima sem aviso?

Ah, porque sim, dizem uns, ah porque não ou talvez ou, ou... Não, para mim não serve. Muito menso depois de a ignição da PX ter ido ao ar assim mesmo: on -> off!

Nos tempos dos contos ainda remendei uma, Femsatronic entenda-se que afinal só tinha um fio partido. O método usado? Muito pouco ortodoxo mas descrevo; partir o canto do Femsatronic onde o fio que saía para a vela entrava, descobrir que afinal o problema era o fio partido, comprar fio novo, soldar, aproveitar os pedacinhos partidos, colá-los com supercola, depois mais supercola para preencher os espaços que faltavam, reconstruir tudo, limar os excessos com grosa, montar tudo, ligar os fios, ignição, rezar, dar ao kick e fazer fumo: reparado!

Como não existem Femsatronics a pontapés e me custa ainda assim destruir coisa que sei que em principio não funcionará mais mas... sempre é uma peça antiga e entre uma antiga que não hipoteticamente funciona e uma nova que igualmente sobre hipotese funcionará ou não, perde a nova: destruir uma ignição de PX.

Ignição PX #1Ei-la aqui toda satisfeita por se doar "à ciência"!
A intenção era ver o que estava lá dentro. "Ah mas é selado"! Pois, pois, Alguma coisa se deve conseguir ver.

E do pensar ao fazer...

Ignição PX #2

Bolas afinal é mesmo selada!

Ignição PX #3

Em nome "da ciência" declaro que as ignições electrónicas das Vespa PX são seladas e que não se consegue ver nada. Com sorte ainda conseguem serrar um componente ou outro, mas mesmo assim só perceberão que ele lá está, adivinhar o resto ou mesmo o tipo de componente, é mesmo só isso, adivinhar.

Mas ide lá serrar as ignições maradas que fazer é a meio caminho de saber!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Agora agarro. Agora não... Agora sim.

Bem gostava de vos escrever um texto com cabeça, tronco e menbros. Com alguma estrutura lógica. Que fizesse sentido. Ou com o seu quê de agradável para vos prender e torná-los meus seguidores (pssst, baixinho que ninguém nos ouve: aproveitar que o Bob da Horta das Vespas estar "de férias" para lhe roubar fãs).

Vespa PX 200 piston, gasket rings and piston pin
Gostava mas não consigo. Dias ocupados demais. Mente livre "de menos".


Se têm lido por aqui qualquer coisa, têm percebido que tenho uma PX. PX essa que me acompanha de férias, no dia-a-dia, no lazer, no trabalho, de noite, dia, à chuva ou ao sol. Sabem também que a defendo. Que a adoro. Que sinto enorme prazer todos os dias ao sentir o cheiro do 2T, de curvar, de ondear pelo meio das filas de transito quando tudo está atafulhado na confusão de um dia de chuva e stress automobilistico.

Mas não sabem que nos últimos meses tenho estado sem ela? Alguns saberão...

Se da primeira vez agarrou porque saltou um dos pinos que travam os segmentos, agora foi porque sim. Ou melhor porque o pino que prende o piston à biela resolveu desgastar-se como nunca tinha vi! Não sei explicar como.

Certo que técnicamente não se pode considerar um agarranço no literal sentido foi inevitável prestar atenção ao barulho descomunal de "chapas soltas" que saia do motor quando acelerava. Não é acelerava muito. É acelerava apenas(!), muito suavemente e a medo.

Faz-me diferença parar a PX e resisti o máximo que pude. E quando consegui pará-la e prestar-lhe atenção o que me deparei estava nas fotos! Aquele desgaste no cavilhão... Quê ainda não viram!?!

É preciso uma foto mais aproximada? Vocês ordenam; aqui está ela (e mais outra aqui)!

Deu para perceber?

Agora imaginem isso à cacetada com a grade de roletes e esta com a biela e isto tudo "aos gritos". Era violento era e inimigo do coração como o colesterol mau!

Desta feita, piston, rectificação, grade de roletes e cavilhão novos mas acho que ainda vou resistir em mudar a biela. Acho. Teria que abrir o motor. E tenho urticária, muita, quando se fala em abrir o motor. Admitir que o motor "novo" está a ficar cansado. Que a minha PX "nova" está a ficar velhota, como as "Vespas muito antigas de dois bancos"...

terça-feira, 26 de julho de 2011

E agora? Já posso?



Tinha prometido a mim mesmo que até o motor durar de origem, não mexia na Vespa. Não a kitava, quero dizer.

Agora o piston e a culaça foram-se, devido ao perno que trava o segmento superior ter decidido que estava cansado de cumprir (bem!) a sua função e resolver sair do sitio. E o cilindro precisa de ser rectificado...

Já posso mexer no motor?

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Carburadores? Não, não!

Acho que a minha Vespa está a chegar à idade ou à quilometragem em que coisas começam a aparecer e a suceder mais ou menos do nada.

No Domingo passado, chego à Vespa...



[inserir, como notas mentais, tudo o que se segue]

Bolas, deixei a porcaria da torneira da gasolina aberta novamente... Raios partam as boias que não vedam nada pá! Mas... a torneira está fechada... Bem... é mais uma para descobrir com tempo e paciência. Vou abrir a gota e gás na cena!

(torneira aberta)

Epá mas... isto está a ESCORRER gasolina!!!



(interjeições, mentais, de grau elevado que não consigo reproduzir)

Vamos lá ver.

(retiro o balon)

Ora isto vem... de... carburador. Não é novidade, aliás é recorrente. Deixa cá puxar... isto... Está preso...

(desapertar parafusos da tampa do carburador)

Eeeeiiiiiiiiiiiiiiaaaaa pá, isto está bonito está!!!



[acabaram as notas mentais]

[inserir diálogos José Saramago style]

(na Norauto)

Desculpe, mangueira da gasolina? Tipo esta... Não temos. Obrigado.

(na Roady)

Boa tarde, mangueira da gasolina? Assimmmm... Sim, está aqui. Ah boa, quero 70 cm, sff. Queria, só vendemos de 50 em 50 cm. Mas eu só preciso apenas de 70?!? Pois... Entãooooo? 1,50m? Ok. Obrigado.

[acabaram os diálogos José Saramago style]

[inserir notas mentais novamente]

Mede... Corta... Substitui... Ok, feito. Abre a gasolina... Suspense... Não corre para o chão. Boa! E agora... kick... kick.... kick... Pegou!

Siga que já estou atrasado e a culpa foi...



[acabaram as notas mentais novamente]

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Outra Vez?!?

Aqui há uns tempos, vínhamos da Costa Alentejana, viagem perfeita, sem nada a declarar e à saída do ferry, em Setúbal a PX começou a falhar, vá de acelerar, outro soluço e mais outro, acelera outra vez, até que soluçou de vez e "morreu". Vê a faísca, não dá, vê isto e aquilo e o outro... Ok, foi a bobine de alta. *

Aqui há uns dias, a semana passada mais precisamente, saio do trabalho, arranco, tudo impecável e ao engatar a segunda, a PX engasgou-se, foi-se a abaixo e por mais que desse ao kick, "morreu". Saca o balon, desmonta, não tem faísca, etc e tal... Foi o pickup. **

Ontem, a descer aquela rua com quem vai para aquele sítio, deslizando suavemente ao sabor da inclinação, a PX começa a falhar, acelero, falha mais, credo que som esquisito que vem do motor, até que falha de vez e, por mais que engatasse a segunda e acelerasse, nada a fazia pegar. Tenta mais uma e mais outra, nada... Bolas, a semana passada e agora esta? "Morreu" de vez? Desmonta, descanso, saca balon... Foi o fio da vela que tinha saltado. ***

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* - obrigado ao João Serra pelo empréstimo de um prato de bobines para desenrascar.

** - a primeira vez que a PX andou de reboque. Espero que não se habitue! Obrigado ao Manel das Vespas da Old Scooter, pelo fora de horas a resolver a avaria.

*** - palavrões e mais interjeições! Outra Vez?!? Queres ver que... Ah, alívio, afinal é só o fio.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Culpa da «hom'idade»

Desde há muito tempo que a minha Vespa não gosta(va) de piscar. Muito mesmo. Ora era o pisca do lado esquerdo que parava, resolvia-se per si, passava o da direita a ficar com problemas, sem nunca ter conseguido perceber os porquês: quer da avaria quer da sua resolução espontânea.

Ultimamente era o pisca do lado direito. Menos mal, porque considero que, nas mudanças de direcção, o do lado esquerdo é mais importante, pela localização manete das mudanças, pelo facto de ter que atravessar outra faixa de rodagem ou encostar-me ao eixo da via, etc.

Fartei-me: tinha que resolver isto de uma vez por todas!

Já em tempos tinha desmontado o depósito para conseguir aceder aos contactos dos piscas (onde o perno dos balons encaixam). Naquela altura e por alguma razão, os fios tinham-se soltado. Ligados de novo, tudo ficou a funcionar, mas não por muito tempo. Poderia ter acontecido de novo...

Despistada esta hipotética origem do problema, desmontei o balom todo e ficou provada a culpa da humidade. Além de ter originado um óxido estranho e esbranquiçado, à volta do casquilho da lâmpada, o ponto de contacto do balom com a restante Vespa - aquele perno com mola que se situa mais ou menos a meio do balom - também estava meio ferrugento. Apesar de já o ter limpo N vezes... mais vale prevenir...

Limpa a lâmpada, limpo o perno, nada; nem uma piscadelazita. Ó diabooooo, a humidade não era a única culpada nesta ocorrência.

Com a ajuda do carregador de baterias lá descobri, com a ajuda do efeito visual de uma faísca de tamanho considerável, que também existia um mau contacto na parte de trás do casquilho da lâmpada. Umas cacetadas com uma chave de fendas e um martelo - a minha consciência diz-me que deveria ter posto um bocadinho de estanho - lá resolvi a coisa e, voilá, Vespa PX200 (quase) como nova: pisca em ambas as direcções!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O tilt eléctrico, resolvido

A falta de luz não me permitia circular com a segurança necessária na via pública e, se nalguns pormenores facilito e não deveria - pneus já mais carecas do que o desejável, bateria nas couves, pastilhas de travão frontal gastas - para a durabilidade e fiabilidade que quero da minha Vespa, neste caso era pior, pois poderia causar danos mais graves. Não só em mim ou na Vespa, mas nos demais.

Durante algumas semanas andei com a Vespa a perder as luzes indicadoras no guiador, a ficar sem piscas, ora um, depois o outro, a mandar flashadas com as luzes da frente... Pensava eu que era o efeito das chuvadas, da água em demasia que ia apanhando nos percursos do dia-a-dia. A Vespa estava a ressentir-se. Até que fiquei mesmo sem qualquer luz e o reles e rotineiro caminho diário, tornou-se num percurso tenebroso, feito após um dia de trabalho, mais uma vez, com muita chuva à mistura e já de noite.

Depois de ter experimentado tudo o que, achava eu, tinha lógica para tentar resolver este problema, com um misto do pouco que sabia, tive que me socorrer do Manel das Vespas. E, num instante o problema estava resolvido. Hip hip hurra para quem sabe!

Afinal o problema estava no rectificador. Afinal o problema estava profundamente enraizado na sucata que tenho na garagem. Eu explico...

Na pouca experiência que tenho de problemas em Vespas mais evoluídas, com mariquices como rectificadores, fusíveis e baterias e em que a fiabilidade é o prato do dia - longe vão os tempos e os anos dourados da 50S, pura e dura - mudei o rectificador, é certo. O problema é que mudei por um usado que estava ainda pior do que o primeiro. Resultado: o aproximar do dia seguinte e o pânico de não ter luzes na única Vespa que posso considerar para o meu dia-a-dia... Estão a ver...

As ligações do rectificador de origem.
No LML, com o rectificador na mesma posição, são exactamente as mesmas: preto, vermelho e branco, vermelho, azul e verde + branco.
A "caixinha verde" é o relé dos piscas...

Ao contrário do que afirmei no post anterior sobre o mesmo assunto, dificilmente o problema poderia ser do fusível. O fusível se fundido, corta a bateria e consequentemente ficaria sem arranque eléctrico e buzina, nunca sem luzes, nunca com lâmpadas fundidas acabadinhas de trocar, etc.

Sabendo vós que a Vespa, PX, direi, a última e única Vespa dos dias de hoje ou de um passado recentíssimo, acabou, temos o problema das peças. Temos, ponto e vírgula que a Piaggio continua a embalar peças a avulso, em lindos saquinhos de plástico - e acabaram com a PX, por ser poluente - com os seus logos, como peças de origem e de qualidade que deveriam ser. Mas não são! Com a agravante de serem sobre taxadas com as impressões dos saquinhos e da utilização glamorosa da marca Piaggio, seus logos e universo extinto de fiabilidade.

Como marcas e saquinhos com logos não fazem Vespas andarem novamente, nem atestam da qualidade das peças, nem têm dó nem piedade das nossas carteiras, aconselhado pelo Manel, fui à Originalvespa pedir um, pasmem-se os mais incrédulos, revoltem-se os mais puristas, rectificador de LML Star Deluxe!

Por cerca de metade do preço e provindos da mesma fábrica donde saem os (rectificadores) Piaggio, antes de ensacados nos saquinhos bonitos, fez-se a brincadeira e a minha Vespa ficou de novo sem problemas e com a luz que sempre a dotou; forte, viva e branca. Felicidade! O problema estava resolvido e poderia, no dia seguinte e como sempre desde há uns anos, ir trabalhar gloriosa e felizmente montado na minha Vespa.

Agora a parte mesquinha...

A PX 200 de origem, dizem as especificações, debitam 80 Watts. A minha estava de origem, por isso fazendo fé no que a Piaggio diz, debitaria, à saída do rectificador, os tais 80W. Nunca os tendo medido, creio, não andariam longe da verdade.

Como alguns saberão e outros desconhecerão, a PX Millenium - nome bonito para as PX "travão de disco" - traz de origem uma lâmpada H4 de 12 Volts, 35/35 W (médios, máximos) que, em conjunto com uma óptica inovadora, fez maravilhas em relação à iluminação das Vespas mais antigas; em vez da vulgar luz mortiça e amarelada, finalmente as Vespas eram dotadas de luz forte, branca e potente!

Muitos contentaram-se com isso. Era de facto uma maravilha. Para mim, foi. A partir de certa altura, quis mais e apesar de todas as recomendações contra, decidi experimentar as lâmpadas H4 de 12V mais vulgares: 55/65W.

Apesar de tudo ter funcionado sempre sem problemas, notava-se uma falta de capacidade eléctrica do sistema para alimentar este aumento de consumo que em máximos, atingia cerca de 30W mais do que os valores origem. Quando ligava os piscas, notava as restantes luzes fraquejarem ao ritmo com que as luzes amarelas, piscavam. Normal: 55W da lâmpada da frente, em médios, mais 0,5W da presença da frente (está sempre acesa), mais 5W da luz de presença traseira, mais 21W dos piscas (como piscam alternadamente, só podemos contar um de cada vez) dá a linda soma de 81,5W. Se estivesse numa subida e a travar ao mesmo tempo, adicionem a tudo isto outros 21W – 102,5W. Se tudo estivesse de origem, o resultado seria 82,5W.

Posso estar a dizer barbaridades, por isso alguém que saiba mais que me corrija o engano, se o houver.

Com este novo rectificador LML, são esperados 96W de potência eléctrica disponível! Superior ainda aos 90W que os manuais dizem debitar de origem, a Vespa mais potente em termos eléctricos: a PX 125 T5. E eu que andava atrás de um rectificador de T5... Estão a imaginar o sorriso na minha cara? Quase proporcional à intensidade superior das minhas luzes!

Com a minha insanidade é furiosa, tenho lâmpadas XPTO que apregoam mais 50% de intensidade luminosa com o mesmo consumo e potência. Fiz um teste... Parece-me ser mais intensa qualquer coisa a luz da lâmpada que a deveria ter, sim, mas a fiabilidade do processo é lamentável: Vespa acelerada até a luz ficar estável (hei o rectificador está lá para limitar a corrente sim, isto não é nenhuma 50S ou Sprint que quanto mais se acelera, mais luz dá) e vai de fotografar...

H4 55/65W "normal

H4 55/65W "50% plus"

A mim parece-me não só mais branca, como mais intensa. Dentro dos limites do método descrito, tirando a minha tendência tendenciosa em querer ter mais luz, mais branca, mais intensa, com mais alcance...

Mas ainda não estou satisfeito! O ser humano é insatisfeito. E os relatos épicos de uma PK com um rectificador de 120W, não me deixam consolado com o que tenho actualmente e têm-me tirado noites de sono: como é que pode andar alguém numa Vespa mais luminosa que a minha?!? Tenho que melhorar.

A história dessa PK é verídica mas a origem do rectificador em questão, desconhecida. Mesmo que fosse conhecida, os rectificadores de PK apenas têm três ligações contra as cinco de um rectificador de PX (ver imagem). Não me serviria de muito a não ser averiguar se na marca fariam rectificadores igualmente pujantes para PX ou semelhantes.

P.S. - se alguém discordar do que aqui disse ou achar que sou um perfeito idiota mas que me pode ajudar, mande mail ou comente...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Pufff

A PX200 ficou sem luz STOP
Vim de Lisboa completamente "apagado" STOP
Um condutor dos TST avisou-me que vinha às escuras STOP
Espero que seja apenas do fusível STOP
As Vespas não gostam de água STOP